"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Preservação

Quero manter em mim a sensação
de um noturno banho de rio
a liberdade da pele nua
seus dentes batendo de frio
e nossos pensamentos
construindo
uma intimidade apaixonada.


Por mim,
amigo querido, continuaremos
rompendo as regras:
incendiários,
criaremos tempo
além de horários,
turvaremos sentidos vencendo eras,
unidos comparsas
beijaremos o eterno das nossas
antigas quimeras.


2 comentários:

Thiago, o mago! disse...

First! Brincadeira!

^^ Seus poemas estão em uma linha tênue entre a sentimento e o desejo. Gostei. XDDDDDDDDDDDDDDDDDDD

rodrigo mebs disse...

lendo-te
traduzindo-me