"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



domingo, 5 de fevereiro de 2012

SMS

 
Las tres esfinges de Bikini, por Salvador Dali, 1947.

Mesmo no quinto
dos infernos
vencemos o deserto
e com modernos
sinais de fumaça
ficamos perto...

(e sei
que nem é por isso
que entre nós se desfaz
a noção de espaço:
é por dentro
e com a cabeça
que te abraço...)

7 comentários:

Monique Oliveira disse...

amei... ^^

Geraldo disse...

bela poesia, como sempre! Beijos!

Kalhi Alves disse...

Adorei! Coincidentemente, estou vivendo algo assim...

Sol disse...

O Deserto me faz bem,
No deserto encontro as respostas que preciso.
Já o inferno! humm...
também parece ser quente, caliente, indecente...
pode ser uma alternativa.

Plácido Fernandes disse...

Sem o celular?
Meu Deus!!!
Seria impossível.

São esse sinais que trazem a mim o teu abraço.
E minha cabeça é que agradece.

Mara faturi disse...

Ahhh!! Driblar espaços e a distância é tb uma forma de poesia;))A saudade é feita da mesma matéria!!!
* Te conhecendo pelo blogue do Rubens ( o que é uma ótima indicação)!!
Bjo!!!
voltarei sempre

Elimacuxi disse...

Monique, Geraldo, Kalhi, Sol, Plácido e Mara, muito obrigada pela presença e pelo feed back. Essa resposta de vocês é muito importante, pois diminui a solidão de quem escreve. Um abraço a todos!