"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

rindo à toa

acho graça
do que passa
do que não passa
sorrio mais
de coisas importantes
e banais.

estou assim
nesse estado
abobado

olhando no espelho
me inquiro se é sandice
mas algo agora
quase me convence
que estar triste
é que é tolice.

3 comentários:

Monique Oliveira disse...

É isso aí Eli... já dizia a música: ''Viver... e não ter a vergonha de ser feliz''. =)

Daniel Lira disse...

Adorei o poema. Creio que tem a sua essência, se sequer a compreendo, ou noto, ou vejo. Mas acho que é elgante por ser simples, e é simples por ser sincero. Como diria Cíecero: qualquer coisa é melhor que tristeza :D

Elimacuxi disse...

Monique, eu me lembrei de outra: "é melhor ser alegre que ser triste, a alegria é melhor coisa que existe, é assim como a luz no coração..."
Valeu Daniel. Não sei se é minha essência, mas é meu estado abobado agora... hehe. beijo pros dois.