"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



domingo, 26 de fevereiro de 2012

balanço dos dias

imagem de Ai Shinohara, selecionada por Andréa Cordeiro

o que cabe nesse furo
que abrimos pro futuro? 

feito peixe
nado nesse facho de luz
a janela entreaberta me conduz

receita certa pra ser feliz?
é por um triz
essa nova chance?

quero escrever a punho essa história
construir cada ponto da nova memória
encarar o que está encoberto
sem temor

ver tudo dar certo
e no fim morrer...
de amor.


3 comentários:

ShAyLyNhA disse...

É o que eu quero dizer, e foi extremamente bem descrito por ti. Beijos

Luis Fernando disse...

no fim morrer de amor é o que vai valer mesmo

Monique Oliveira disse...

as palavras finais é o que todos queremos que aconteça afinal... queremos mesmo é morrer de amor :)