"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



sexta-feira, 19 de março de 2010

ouvindo um ruído rosa

nostalgia
noite de sexta
dor extra
lembro a existência das costas
de versos e outros lados
da história

ah, quanta falta pode fazer
uma falta de memória...

e no computador
uma voz doce me diz
"que o amor é estranho
que o amor não quer saber..."

2 comentários:

Edgar Borges disse...

Professora, nem uma nota sobre a sua participação no nosso evento, seja elogiando ou sarrafando?
Já foi visitar o blog do Coletivo Arteliteratura Caimbé para ver as fotitas?
vá lá:
www.literaturacaimbe.blogspot.com

Abraços

Roberto Mibielli disse...

lindo como sempre... essa Eli é a poesia em pessoa!!!
bj Mibi