"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



quarta-feira, 20 de março de 2013

Quase livre

entre cruzes e espadas
entre gritos e guitarras
entre terras e tremores
entre o verbo e seus amores
entre o crime e o inocente
entre a conta e o contente
entre encanto e um canto à toa...
por entre fendas, fios e fundos
inventando novos mundos
com poesia
minha alma voa.

Um comentário:

Roberto Mibielli disse...

Já me fiz voar de tua janela afora
Nunca morri de agora
Mas as penas me dão alergias
E os dias vão ficando mais pesados
Que as noites por isso assoviar
se tornou um costume
me dobrei como se faz
com a folha de papel
para alegria das crianças
e voei estampado em versos
retornando aos teus umbrais
mas não encontrei a paz
agora me faço de poeta e voador
e me abandono nas asas do amor