"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Não mudo:
amiúde
amo muito.
O mundo muda
e ando muda
medindo minha
inadequação.

5 comentários:

aguirre32 disse...

muda sim!
muda nunca.

Sabrina disse...

Gostei muito,
você é única como seus poemas.

Elimacuxi disse...

eu bem queria ser única
seria mais fácil que ser milhares
essa que acorda feliz sob os olhares,
mas chora convulsiva no escuro
essa que grita de ódio
e quebra os próprios sonhos
que reprova o que faz
que rompe com princípios e se lança
feito corpo inerte e sem esperança
estabelecendo vícios
como seguros caminhos...

Ana Costa disse...

Lindoooo...Amei!!!!

Sabrina disse...

Quem disse que viver é fácil, todos nós somos apenas embalagens ao sair do quarto.