"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Falso brilhante?

disponível em http://desvendandominhaalma.blogspot.com/2011/04/minha-mascara.

Quero romper esse cristal
quebrar o padrão
elaborado no curso
de educação sentimental com duração de 38 anos.
Quero outros planos
divergir dos filmes e canções de amor
que falam de dores e suores e tremores
e valores que meu peito
já não quer saber de cor.
Quero inventar um jeito
de viver a paixão alucinada
sem depois me espalhar pela estrada
espedaçada,
pedregulho,
menor.

Então pergunto, meu amigo:
você vem comigo
pra ver se eu consigo?

2 comentários:

Monique Oliveira disse...

''o amor: uma eterna... idade...
dele não há como fugir sem se perder...
dele faz sentido... a vida viver: o amor.''

Cora disse...

Vamos nessa!