"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Informe

Que saiba que não eram estes
os planos
mas que sob os panos
esse pedaço de carne
chamado corpo
que juntos usamos
há tempos atrás
por causa de uns danos
à minha cabeça
não mais me pertence:
é seu, meu rapaz.

6 comentários:

Banda Ditambah disse...

Kkk Pega rapaz! A poesia desvelada, nua e crua, está posta. Menos pra quem pode e mais pra quem gosta. Parabéns, Moça! Ass: Mebs.

Cora disse...

arrasando como sempre
mata a cobra e mostra o pau
seu poema está na mente
e vc é especial

Cora disse...

(bobinha essa riminha q fiz, mas foi só pra não deixar de comentar)

:*

Anônimo disse...

Sorte do rapaz :p muito bom

Elimacuxi disse...

Cora:

pois me fazem falta
rimas bobinhas
línguas em alta
sobre, sob e entrelinhas.

E não há sorte
nem pra mim nem pro rapaz
há presentes que são de morte
e nunca descansam em paz.

Roberto Mibielli disse...

Que saibas tu
Nobre garota
Que cada gota
Do teu delírio
É-me colírio
Aguardente e mel
E que faço do teu
Corpo que é meu
Maranhas de muitos nós
Até que me tornes tua foz