"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

crepúsculo

dirijo
enquanto o sol tinge
de memória
e laranja
toda a terra.

finjo
que é do sol a dor que arde
e julgo
que é o dia quem vai tarde.

2 comentários:

Francisco Alves Gomes disse...

Bonito texto.

Anônimo disse...

O sol do norte é mesmo doído. Mas acho que a dor da pele é até um alívio muitas vezes; porque te prova que está viva. Tome mais sol!