"Uma atividade voluntária exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente de vida cotidiana." (Huizinga, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5ed. Saão Paulo: Perspectiva, 2007)
De todos os brinquedos que a vida me deu, o que mais me cativou foi o de jogar com as palavras. O jogo se faz completo quando escrevo e alguém replica, quando replico o que escrevem... É na intenção de reunir jogadores e assistência, que meu blog é feito.



quinta-feira, 19 de agosto de 2010



2 comentários:

Liv disse...

Que lindo. Me tocou de um jeito suave. Adorei!
;*

Roberto Mibielli disse...

"de restar nos exorcisamos, assim como precisamos reinventar o corpo a partir da dor" Teu poema-mãe fala ao mundo com carinho e desespero, mas tão suavemente que não é possível desesperar-se com ele. achei-o lindo! Mibi